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2 de fevereiro de 2009

Governantes unificam discurso para pedir mudanças que tragam mais justiça social

Governantes unificam discurso para pedir mudanças que tragam mais justiça social



Belém (PA) — A imagem de união e solidariedade marcou a reunião de cinco presidentes sul-americanos na noite desta quinta-feira, 29, no Fórum Social Mundial. No discurso de cada um deles, foi comum a idéia de mudanças e de alternativas para sociedades inclusivas.

Para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, criar uma sociedade mais justa significa destinar mais recursos à educação. “A Petrobras descobriu muito petróleo. Queremos que uma parte dos recursos desse petróleo resolva os problemas da pobreza e da educação”, afirmou.

O venezuelano Hugo Chávez destacou que a eleição de presidentes de esquerda na América Latina reflete os desejos de mudança na região. “Não fomos impostos pelas elites. Somos presidentes graças ao despertar dos povos da América Latina”, destacou.

No mesmo sentido, o presidente do Equador, Rafael Correa, defendeu a adoção de políticas comuns para enfrentar a crise mundial. “A hora de mudança do paradigma dominante já foi iniciada na América Latina. Precisamos ter um projeto comum”, afirmou. Correa comparou o Fórum Econômico Mundial, que ocorre em Davos, Suíça, desde quarta-feira, 21, ao Fórum Social Mundial. Na visão dele, a solução para a crise está no que chamou de socialismo do século 21, que seria a um só tempo eficiente, justo e democrático.

“A esperança é que agora o norte também mude”, clamou o presidente Fernando Lugo, do Paraguai, em alusão aos países mais ricos. Para ele, as políticas adotadas na América Latina para resolver problemas estruturais precisam ser sentidas no dia-a-dia das pessoas comuns.

O boliviano Evo Morales, primeiro a discursar, propôs quatro campanhas como estratégia comum dos países da região: contra o capitalismo; por um novo modelo econômico; pela dignidade dos povos, especialmente cultural, e pela paz. “A crise nos apresenta uma oportunidade para construir um novo mundo”, ressaltou.

O presidente Lula destacou ainda que o desejo de mudança não é apenas dos povos da América Latina. Por isso, os norte-americanos elegeram um presidente negro, Barack Obama. “Quem diria que no país no qual mataram Martin Luther King elegeriam um negro?”, indagou. “Os mais pobres aprenderam a não ter mais intermediários para escolher seu presidente.”

Maria Clara Machado

Tenda discute direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente


Tenda discute direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente



Belém – Um espaço em que discussões ideológicas e reivindicações políticas se traduzem em brincadeiras, fantasias e oficinas. Enquanto políticos e membros da sociedade civil discutem novos rumos para a crise econômica ou a preservação do planeta, meninos, meninas e jovens cantam, dançam, conhecem novas possibilidades de profissão, debatem sobre a escola que querem, entre várias outras atividades lúdicas, pedagógicas e de inserção ao mundo do trabalho. Na tenda Curumim-Erê, durante o Fórum Social Mundial, que ocorre em Belém, no Pará, os direitos das crianças e adolescentes são o foco do trabalho.

Durante o Fórum Social Mundial, que ocorre em Belém, no Pará, os direitos das crianças e adolescentes são o foco do trabalho (Foto: Maria Clara Machado)

Durante o Fórum Social Mundial, que ocorre em...
“Nossas atividades convergem para afirmar os direitos das crianças, como o direito à educação, à saúde, ao esporte, ao lazer, à família”, ressalta a coordenadora da tenda e presidente do Conselho Estadual dos Direitos das Crianças e Adolescentes, Nazaré Sá, em relação ao estatuto da criança e do adolescente.

Nesta tarde de sexta-feira, 30, a professora e conselheira tutelar Irna Clei da Costa ensina meninas e jovens a fazer biojóias. São bijuterias criadas com peças da flora regional, como sementes de açaí, coco e palha. “Nossas oficinas servem como um pano de fundo para que as crianças e adolescentes se sintam protagonistas, capazes de desenvolver uma atividade com criatividade”, diz. Ela conta que as aulas também ajudam na inserção ao mercado de trabalho. “Muitos ex-alunos se tornaram artesãos.”

Numa atividade paralela, pais e filhos discutem como resolvem conflitos familiares sem violência, com base no diálogo. Já no pequeno palco principal, crianças apresentam orgulhosas um balé aprendido às pressas sob olhares impressionados e máquinas fotográficas atentas de mães, tias, avós. A dança abre o debate A escola que quero. O tema propõe que as crianças, seus pais e professores discutam como criar um ambiente escolar em que haja ensino atrativo e eficaz.

Às 18h30 do horário local (19h30 em Brasília), conselheiros tutelares de todo o país se reunirão para conversar sobre o controle social das políticas públicas voltadas para essa faixa da população. A tenda fica em frente à reitoria da Universidade Federal do Pará.

Maria Clara Machado

Participantes do FSM recebem orientação de 1,5 mil voluntários




Participantes do FSM recebem orientação de 1,5 mil voluntários

30/01/2009

Belém — A paraense Gabriela Fernandes, de 18 anos, ainda sonha em ser estudante universitária, mas já conhece a Universidade Federal do Pará (UFPA) com detalhes. Ela é voluntária do Fórum Social Mundial, que ocorre em Belém, na UFPA e na Federal Rural da Amazônia, a Ufra, até domingo, dia 1º. Foram 1,5 mil pessoas capacitadas para receber e orientar, nas universidades, hotéis e pela cidade de Belém, os 93 mil inscritos no fórum.

Luciano Meireles, estudante do curso de direito da UFPA, trabalha como voluntário no fórum (Foto: Maria Clara Machado)

Luciano Meireles, estudante do curso de direi...
“Eu queria conhecer novas pessoas”, justifica a estudante a opção de trabalhar de graça. Mas lamenta a impaciência dos participantes. “Muitos reclamam que não sabemos orientá-los”, desabafa. A grande extensão das universidades e a pouca sinalização, somadas ao calor intenso e úmido da capital paraense, deixam os participantes, sempre apressados, sem ânimo para procurar o espaço de debates de seu interesse com calma. “A gente também não sabe de tudo”, provoca. É que cada voluntário tem uma tarefa específica, nem sempre a de indicar os endereços dentro dos campi. Há os que pesquisam sobre o perfil dos participantes, os que ajudam a organizar as tendas e os que ficam espalhados pela cidade para dar dicas turísticas, além daqueles que efetivamente devem dar informações sobre as localidades dos eventos, vestidos de verde, nas ruas e prédios da UFPA e da Ufra.

O estudante de direito da UFPA, Luciano Meireles, também voluntário, acha que as reclamações são normais e acredita que muitos voluntários não estão familiarizados com os campi porque não estudam nas federais. Apesar das dificuldades do trabalho, Luciano está animado. “Vou ganhar horas extras no currículo e queria muito conhecer como é o Fórum Social Mundial”, conta.

Para ele, o calor ou a chuva das tardes de Belém não incomodam. Em menos de meia hora, atende a seis pessoas, sempre de bom humor, e aceita atravessar mais uma vez – foram cinco desde que chegou ao campus – para ajudar um participante menos orientado.

O trabalho dos voluntários é dividido em três turnos de quatro horas cada um, a partir das 8h da manhã até as 20h. Luciano trabalha de manhã. Está de férias e aproveitando para aprender um pouco de inglês com os inscritos no fórum. Gabriela trabalha pela tarde e está em fase de estudos para o vestibular da UFPA, que vai ser domingo, dia 1º. Faz cursinho à noite e acorda às 4h da manhã para dar tempo de estudar. “O trabalho é cansativo, mas eu, com certeza, seria voluntária de novo”, diz.

Maria Clara Machado

FORUM SOCIAL MUNDIAL EM BELÉM - PA



FORUM SOCIAL MUNDIAL CHEGA AO FIM

02/02/2009 10:27:32
Belém — O professor Osmar Marchese, da Universidade de Campinas, esteve no Fórum Social Mundial, em Belém, para pedir mais recursos para a educação com o fim do mecanismo da Desvinculação das Receitas da União (DRU) para o setor. O estudante universitário Samuel Vasconcelos, do Rio de Janeiro, uniu-se a outros estudantes na defesa de uma educação superior de qualidade.

Em uma semana de debates, de 27 de janeiro até domingo, dia 1º de fevereiro, a nona edição do fórum reuniu 133 mil inscritos de 142 países. Foram 5,8 mil organizações e entidades inscritas e 2,3 mil atividades propostas por representantes dos cinco continentes. “Houve sobreposição de atividades. Muitas poderiam ter sido feitas em conjunto. Outro problema foi a falta de informação sobre os eventos e os locais”, criticou Samuel.

O calor tropical da capital paraense, as longas distâncias dentro dos campi, a pouca sinalização nos espaços do fórum e a mudança constante de locais das atividades irritaram os participantes. Mas os contratempos não impediram o que a maioria considerou essencial: a troca de experiências, a formação de rede de contatos e a convivência harmônica de grupos distintos, todos em busca de um mundo inclusivo e igualitário.

“Vim aqui para reviver esse clima de fraternidade que existe no fórum, rever os amigos, renovar as energias e ver que é possível conviver com mais harmonia”, disse a funcionária pública francesa Annie Tobie, que nunca perdeu uma edição do encontro. “Aqui é muito quente e difícil de achar vôos, mas acho que, sob o ponto de vista simbólico, foi fundamental escolher Belém, já que um dos principais desafios atuais é ecológico.”

Os participantes mostraram interesse em formar redes de contatos e formular propostas. O professor Osmar apresentou projeto por mais recursos para a educação. “A DRU tira 20% dos recursos da educação. Precisamos acabar com isso”, enfatizou.

No último dia do encontro, foram realizadas 22 assembléias finais sobre os grandes temas discutidos ao longo da semana, como meio ambiente, direitos humanos e alternativas à atual crise econômico-financeira.

Dos 133 mil inscritos, 15 mil ficaram alojados no acampamento da juventude, na Universidade Federal Rural da Amazônia — a maioria, estudantes — e três mil eram crianças e adolescentes recebidos na tenda Curumim Erê, na qual se discutiu a implementação dos direitos dessa faixa da população. Segundo a organização do fórum, o número de participantes inscritos, somado ao de trabalhadores do encontro, chegou a 150 mil.

20 de janeiro de 2009

HOJE DIA 20/01/2009 FOI O DIA DAS TURMAS DO CÍCLO BÁSICO IV RETORNAREM AS ATIVIDADES NA ESCOLA J.N.R.

A ÁREA COBERTA DA NOSSA ESCOLA FICOU CHEIA DE ALUNOS E DE ALGUNS PAIS QUE FIZERAM QUESTÃO DE ACOMPANHAR OS SEUS FILHOS NESSE MOMENTO DE GRANDE IMPORTÂNCIA NA VIDA DELES.
A PROGRAMAÇÃO FOI A MESMA DE ONTEM MAS OS LEITORES DOS CORDÉIS FORAM ESSES:
HELEM
KATRINA
KELY E
FERNANDO HENRIQUE
POSTAREMOS AS FOTOS DEPOIS.
QUEREMOS DIZER COM MUITA SINCERIDADE, SEJAM BEM VINDOS À ESSA FAMÍLIA EDUCACIONAL, SINTAM-SE EM CASA COM MUITA RESPONABILIDADE.

19 de janeiro de 2009

INÍCIO DO ANO LETIVO 2009 NA ESCOLA JNR

HOJE,DIA 19/01/2009 RETORNAMOS AS NOSSAS ATIVIDADES ESCOLA J.N.R. COM APRESENTAÇÃO DA ESCOLA NA ÁREA COBERTA PARA AS TURMAS DE CBI E CBII ENOVOS NOVOS ALUNOS. A PROGRAMAÇÃO SE DEU ASSIM:
APRESENTAÇÃO DA EQUIPE TÉCNICA E PEDAGÓGICA.

PEQUENA AMOSTRA DAS ATIVIDADES DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA COM A LEITURA DE ALGUNS CORDÉIS PRODUZIDOS PELOS ALUNOS NO ANO DE 2008.

ALUNOS QUE FIZERAM A LEITURA DOS CORDÉIS:
DENISE MOTA DA SILVA
DENISE ROBERTA FRIAS SARGES
GISELE CRISTINA TODAS DA 8ª SÉRIE 2009
E YAGO DA 6ªSÉRIE 2009

PARA FINALIZAR FOI FEITA A LEITURA NOMINAL DAS TURMAS DO CBI E CBII 1º E 2º ANO E EM SEGUIDA OS ALUNOS FORAM PARA A SALA COM OS PROFESSORES
511 PROFESSORA BERNADETE
512 PROFESSOR ADERILSON
611 PROFESSORA ANA VILMA /HELENA
612 PROFESSOR WALDECY
NA SALA DE AULA FOI ENTREGUE À CADA ALUNO A SÍNTESE DO REGIMENTO ESCOLAR DO J.N.R.COMO DEVERES DO ALUNO, O QUE NÃO SE DEVE FAZER OU USAR NO ESPAÇO ESCOLAR E O AS PENALIDADES AO DESCUMPRIMENTO DO REGIMENTO INTERNO DA ESCOLA.
NÃO PODEMOS DEIXAR DE REGISTRAR O RETORNO DA NOSSA EIS DIRETORA LÍGIA QUE VOLTOU A FAZER PARTE DA NOSSA ESCOLA.